Em 1953, fruto do desenvolvimento da Província Portuguesa, a Congregação aceitou o desafio de se lançar às missões por terras de Angola. Do Porto para o Cuchi foram enviados seis missionários, nesse ano, que começaram por lá a estabelecer missões. 

Em poucos anos, o zelo missionário daqueles homens já tinha espalhado o carisma redentorista por Angola, sendo enviados todos os anos novos missionários para os acompanhar. Depois da Missão do Cuchi, é de referir a Missão do Vouga e, sobretudo, o Hospital do Vouga, que se tornou uma referência de qualidade em todo o país.

"Essa Redenção atinge o Ser Humano Todo, aperfeiçoa e transfigura todos os valores humanos, para que todas as coisas sejam recapituladas em Cristo e conduzidas ao seu Fim máximo:uma Nova Terra e um Novo Céu." (Const. 6) 

Continuámos a abrir missões, ao mesmo tempo que começavam a despertar as primeiras vocações redentoristas locais. Hoje, são já os redentoristas angolanos quem está na liderança dos destinos da Congregação no país, recebendo da nossa parte todo o apoio e animação que nos merece uma Unidade Redentorista que é fruto da missão portuguesa. 

Desde a década de 60 que está também entregue aos Redentoristas a Paróquia da Sagrada Família, mesmo no centro da capital e uma das populosas do país. Neste momento o único redentorista português que permanece em angola é o arcebispo José Queirós, titular da Diocese do Huambo.